CAPÍTULO V: HIGIENE CORPORAL

NORMAS

01 – A higiene do paciente fica a cargo da Equipe de Enfermagem;
02 – Explicar sempre ao paciente o que vai ser feito;
03 – Preferencialmente realizar a higiene oral do paciente, antes do banho e apos as refeicoes, com solucao de Bicarbonato de Sodio, e quando se fizer necessario;
04 – Ao lidar com o paciente, de maneira direta, e imprescindivel o uso de luvas para procedimentos;
05 – Cuidar durante o banho, para nao expor, desnecessariamente, o paciente. A privacidade contribui muito para o conforto mental do paciente;
06 – Secar bem toda a superficie do corpo do paciente, principalmente as dobras;
07 – As portas do banheiro nao devem ser trancadas, durante o banho;
08 – Deve-se testar a temperatura da agua, antes do banho do paciente. Geralmente se usa agua morna.

HIGIENE ORAL

Definição: Consiste na limpeza dos dentes, gengivas, bochechas, língua e lábios. Condições patológicas que predispõem a irritação e a lesão da mucosa oral: (estado de coma, hipertemia).

Finalidades:

Ø Promover conforto ao paciente,

Ø Evitar halitose,

Ø Prevenir carie dentaria,

Ø Conservar a boca livre de resíduos alimentares.

HIGIENE ORAL (em pacientes impossibilitados de cuidar de si)

Material

Ø Solução anti-séptica – solução bicarbonatada (para cada 1 colher de chá, 500 ml de água);

Ø Espátula envoltas em gazes;

Ø Lubrificante (vaselina liquida);

Ø Toalha;

Ø Copo para colocar solução anti-séptica;

Ø Luvas;

Ø Cuba-rim.

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar ao paciente o que ser feito;
03 – Calcar luvas;
04 – Reunir o material na mesa de cabeceira;
05 – Colocar o paciente em posição confortável, com a cabeceira elevada. Em pacientes inconscientes, colocá-los em decúbito lateral;
06 – Colocar a toalha na parte superior do tórax e pescoço do paciente, com forro plástico, se necessário;
07 – Proceder a limpeza de toda a boca do paciente usando as espátula envoltas em gazes, embebidas em solução anti-séptica diluído em água;
08 – Utilizar cuba-rim para o paciente “bochechar”;
09 – Limpar a língua, para evitar que fique seborreica;
10 – Enxugar os lábios com a toalha;
11 – Lubrificar os lábios com vaselina liquida, para evitar rachaduras;
12 – Retirar luvas;
13 – Lavar as mãos;
14 – Recompor a unidade;
15 – Anotar no prontuário o que foi feito e anormalidades detectadas.

Obs: – Em pacientes neurológicos com lesão cervical, usar a espátula com gaze, para retirar o excesso de liquido da solução anti-séptica, sem mobilizar a cabeça;
- Em pacientes conscientes, ele próprio deve escovar os dentes.

HIGIENE ORAL (em paciente entubado)

Material


Ø Solução anti-séptica – solução bicarbonatada,

Ø Espátula envoltas em gazes,

Ø Lubrificante (vaselina liquida),

Ø Copo para colocar solução anti-séptica,

Ø Seringa de 20 ml,

Ø Aspirador montado,

Ø Cânula de guedel (estéril), se necessário,

Ø Toalha,

Ø Luvas.

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar ao paciente o que ser feito;
03 – Calcar luvas;
04 – Reunir o material na mesa de cabeceira;
05 – Colocar o paciente em posição confortável, com a cabeceira elevada ou em decúbito lateral se estiver inconsciente. Caso o paciente esteja com sonda nasogástrica, abri-la, para evitar náuseas e refluxo do conteúdo gástrico para a boca;
06 – Colocar a toalha na parte superior do tórax e pescoço do paciente, com forro plástico, se necessário;
07 – Verificar se o cuff da cânula endo-traqueal esta insuflado, para evitar que a solução anti-séptica ou salivação penetre na traquéia, durante a higienização;
08 – Instilar água com auxilio da seringa, pelo orifício da cânula de guedel, e fazer aspiração ao mesmo tempo;
09 – Retirar a cânula de guedel e lavá-la em água corrente na pia do quarto e recolocá-la, ou proceder a
sua troca por outra estéril, caso, seja necessário ou que conforme rotina, já tenha dado 24 horas apos
a sua colocação;
10 – Proceder a limpeza de toda a boca do paciente, usando as espátula envoltas em gazes embebidas em solução anti-séptica. Limpar o palato superior e toda a arcada dentaria;
11 – Limpar a também a língua;
12 – Enxugar os lábios com a toalha e lubrifica-los com vaselina;
13 – Retirar luvas;
14 – Lavar as mãos;
15 – Recompor a unidade;
16 – Anotar no prontuário o que foi feito e anormalidades detectadas.

Obs: – A troca do cadarço da cânula endotraqueal, deve ser feita pelo Técnico/Auxiliar a cada 12 horas,
ou quando se fizer necessário, acompanhada do reposicionamento da cânula endotraqueal, que dever ser feito pela Enfermeira da unidade;
- A higiene oral do paciente entubado dever ser feita 01 vez a cada plantão.

HIGIENE DAS PROTESES DENTARIAS

Material

Ø Copo com solução anti-séptica bucal,

Ø Escova de dentes,

Ø Pasta dental ou sabão liquido,

Ø Cuba-rim,

Ø 01 par de luvas,

Ø Toalhas de papel,

Ø Toalhas de Banho,

Ø Biombos.

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar ao paciente o que vai fazer;
03 – Reunir o material na bandeja e colocar sobre a mesa de cabeceira do paciente;
04 – Proteger o leito com biombo;
05 – Colocar toalha sobre o tórax do paciente;
06 – Colocar o paciente em Fowler ou sentado quando for permitido;
07 – Calcar as luvas;
08 – Pedir ao paciente que remova a prótese com o uso da toalha de papel. Se o paciente não puder
remover as próteses sozinho, a enfermagem dever fazê-lo em seu lugar, lenta e cuidadosamente;
09 – Colocar as próteses na cuba-rim, forrada com toalha de papel. Levar ao banheiro;
10 – Colocar a pasta dental ou sabão liquido sobre a escova;
11 – Segurar as próteses na palma da mão e escová-la com movimentos firmes da base dos dentes para as pontas;
12 – Escovar a área de acrílico em toda sua extensão;
13 – Lavá-la sob jato de água fria;
14 – Desprezar o papel toalha da cuba-rim e colocar outro;
15 – Colocar a prótese limpa na cuba-rim;
16 – Lavar a escova com água corrente e colocá-los na cuba-rim;
17 – Lavar as mãos enluvadas;
18 – Oferecer copo com solução anti-séptica bucal, para que o paciente enxágüe a boca;
19 – Entregar a prótese ao paciente ou coloque-a por ele, no caso de impossibilidade do mesmo;
20 – Colocar o paciente em posição confortável;
21 – Desprezar as luvas;
22 – Limpar e guardar todo o material;
23 – Lavar as mãos;
24 – Anotar no prontuário.

Obs: – Quando o paciente retirar a prótese ou recolocá-la, a Enfermagem dever observar se há alguma
anormalidade em cavidade bucal. Se houver, relatá-la no prontuário.


BANHO NO LEITO (Paciente com Dependência Total)

NORMAS

01 – Trocar a água do banho sempre que necessário;
02 – Quando houver colostomia e/ou drenos, esvaziar as bolsas coletoras antes do banho ou trocá-la,
depois trocar as luvas e iniciar o banho;
03 – Quando o banho for dado em apenas uma pessoa, levando-se em consideração que o paciente ajuda, seguir a mesma técnica, porem, sem esquecer de lavar as mãos enluvadas, antes de manipular a roupa limpa;
04 – O uso de mascara para banho e opcional como rotina. Levar em consideração os pacientes altamente
infectados.

Material

Carro de banho ou mesa de cabeceira,
Luva de banho,
Toalha de banho (lencol protetor),
Material para higiene oral,
Material para higiene intima,
Pente,
Sabonete individualizado,
Comadre e/ou papagaio do proprio paciente,
Roupa para o paciente (pijama ou camisola),
Roupa de cama (02 lencois, 01 cobertor S/N, 01 toalha de banho, 01 para fralda S/N, 01 forro S/N,
Luvas de procedimento,
Luvas de banho,
Hamper,
01 bacia,
01 balde,
Fita adesiva,
Biombos,

Técnica

01 – Lavar as mãos e calcar as luvas de procedimentos;
02 – Explicar ao paciente o que vai ser feito;
03 – Trazer o carro de banho e o hamper próximo ao leito;
04 – Fechar as portas e janelas;
05 – Proteger a unidade do paciente com biombos;
06 – Oferecer comadre ou papagaio ao paciente e procurar saber se tem clister prescrito. Se houver, fazê- lo em primeiro lugar;
07 – Desprender a roupa de cama, iniciando do lado oposto onde permanecer;
08 – Fazer higiene oral do paciente e lavar a cabeça, se necessário;
09 – Trocar a água do banho, obrigatoriamente, apos a lavagem da cabeça;
10 – Lavar os olhos, limpando o canto interno para o externo, usando gaze;
11 – Lavar, enxaguar e enxugar o rosto, orelhas e pescoço;
12 – Remover a camisola ou camisa do pijama, mantendo o tórax protegido com o lençol, descansando os braços sobre o mesmo;
13 – Lavar e enxugar os braços e mãos do lado oposto ao que se esta trabalhando, depois o mais próximo,
com movimentos longos e firmes, do punho a axila;
14 – Trocar a água;
15 – Lavar e enxugar o tórax e abdome, com movimentos circulares, ativando a circulação, observando as condições da pele e mamas;
16 – Cobrir o tórax com lençol limpo, abaixando o lençol em uso, ate a região genital;
17 – Lavar, enxaguar e enxugar as pernas e coxas, do tornozelo ate a raiz da coxa, do lado oposto ao que
se esta trabalhando, depois o mais próximo;
18 – Colocar bacia sob os pés e lavá-la, principalmente nos interdigitos, observando as condições dos mesmos e enxugar bem;
19 – Trocar a água da bacia e a luva de pano, obrigatoriamente;
20 – Encaixar a comadre no paciente;
21 – Fazer higiene intima do paciente, de acordo com a técnica;
22 – Trocar, obrigatoriamente, a água da bacia e a luva de banho, retirando a comadre, deixando-a ao lado do leito;
23 – Virar o paciente em decúbito lateral, colocando a toalha sob as costas e nádegas, mantendo esta
posição com o auxilio de outra pessoa;
24 – Lavar e enxugar as costas, massageando-as, incluindo nádegas e cóccix do paciente;
25 – Deixar o paciente em decúbito lateral, empurrando a roupa úmida para o meio do leito, enxugando o colchão;
26 – Trocar de luvas ou lavar as mãos enluvadas, para não contaminar a roupa limpa;
27 – Proceder a arrumação do leito, com o paciente em decúbito lateral;
28 – Virar o paciente sobre o lado pronto do leito;
29 – Retirar a roupa suja e desprezá-la no hamper;
30 – Calcar outras luvas ou lavar as mãos enluvadas e terminar a arrumação do leito;
31 – Fazer os cantos da cama: cabeceira e pés;
32 – Vestir o paciente;
33 – Pentear os cabelos do paciente;
34 – Trocar a fronha;
35 – Utilizar travesseiros para ajeitar o paciente no decúbito mais adequado;
36 – Limpar balde, bacia, comadre com água e sabão;
37 – Recompor a unidade do paciente, colocando tudo no lugar;
38 – Retirar as luvas e lavar as mãos;
39 – Anotar no prontuário o que foi feito e as anormalidades detectadas, se houver.

BANHO DE ASPERSAO (chuveiro)

Material

Ø Roupa pessoal (pijama, camisola, shorts – fornecidos pelo Hospital),

Ø Toalha de banho,

Ø Sabonete (individual),

Ø Pente,

Ø Luva de banho (opcional),

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar ao paciente o que vai ser feito;
03 – Reunir o material e levar ao banheiro;
04 – Encaminhar o paciente ao banheiro (portas e janelas fechadas);
05 – Abrir o chuveiro e regular a temperatura da água e orientar o paciente sobre o manuseio da torneira;
06 – Ajudar o paciente a se despir, caso não consiga fazer sozinho;
07 – Iniciar o banho se a situação permitir, deixando o paciente sozinho;
08 – Enxugar ou ajudar o paciente a fazê-lo, observando as condições da pele e a reação do banho;
09 – Vestir e pentear o paciente caso não consiga fazê-lo sozinho;
10 – Conduzir o paciente a sua unidade, colocando-o em posição confortável na cadeira;
11 – Arrumar o leito e deixar a unidade em ordem;
12 – Colocar tudo no lugar e chamar o pessoal da limpeza para proceder a limpeza do banheiro;
13 – Lavar as mãos;
14 – Anotar no prontuário.

Obs: – Sentar na cadeira embaixo do chuveiro e muito mais seguro para os pacientes idosos ou para os
pacientes que ainda estão muito fracos, facilitando para que lavem as pernas e pés, com menor probabilidade de escorregarem,
- Durante o banho deve-se assegurar a privacidade ao paciente, mas pedir-lhe para não trancar a
porta e chamar se precisar de assistência. Manter-se perto do local.

HIGIENE INTIMA FEMININA

Material

01 balde,
01 jarra,
Pacote de gazes,
Comadre,
Toalha de banho,
Sabao liquido o P.V.P.I. degermante,
Luvas para procedimento,
Hamper,
Pinca auxiliar (Cheron),
Biombo,
Forro e saco plastico,

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar o procedimento ao paciente;
03 – Reunir o material e colocá-los sobre a mesa de cabeceira;
04 – Calcar as luvas;
05 – Trazer o hamper próximo ao leito;
06 – Proteger a unidade com biombos;
07 – Colocar o paciente em posição ginecológica, procurando expo-la o mínimo possível;
08 – Colocar o forro sobre o saco plástico, colocando-os sobre a região glútea;
09 – Colocar a comadre sob a região glútea da paciente, com ajuda da mesma;
10 – Irrigar monte pubiano e vulva com água, despejando-a suavemente com o auxilio da jarra;
11 – Despejar pequena porção de sabão liquido ou P.V.P.I. dergermante sobre o monte pubiano;
12 – Ensaboar a região pubiana com a pinça montada em gaze, de cima para baixo sem atingir o anus, desprezando a gaze, apos cada movimento vulva – anus;
13 – Afastar os grandes lábios e lavá-la no sentido antero-posterior, primeiro de um lado, desprezando a gaze e depois do outro lado;
14 – Lavar por ultimo a região anal;
15 – Despejar a água da jarra, sobre as regiões ensaboadas;
16 – Retirar a comadre;
17 – Enxugar a região lavada com a toalha de banho ou com o forro que esta sob a região glútea do
paciente;
18 – Colocar a paciente em posição de conforto;
19 – Desprezar as roupas (toalha, forro) no hamper;
20 – Lavar a comadre no banheiro, juntamente com o balde e jarra e guardá-los;
21 – Retirar a luva;
22 – Lavar as mãos;
23 – Anotar no prontuário.

Obs: – Se houver presença de secreção uretral e/ou vaginal, utilizar gazes montadas na pinça
auxiliar para retirar o excesso, antes de iniciar a limpeza com água e sabão liquido ou P.V.P.I. dergermante.


HIGIENE INTIMA MASCULINA

Material

01 balde,
01 jarra,
Pacote de gazes,
Comadre,
Toalha de banho,
Sabão liquido o P.V.P.I. degermante,
Luvas para procedimento,
Hamper,
Pinça auxiliar (Cheron),
Biombo,
Forro e saco plástico.

Técnica

01 – Lavar as mãos;
02 – Explicar o procedimento ao paciente;
03 – Reunir o material e levá-lo a unidade do paciente;
04 – Proteger a unidade com biombos;
05 – Trazer o hamper próximo ao leito;
06 – Calcar as luvas de procedimentos;
07 – Posicionar o paciente expondo somente a área genital;
08 – Colocar o forro com plástico sob a região glútea do paciente;
09 – Colocar a comadre sob a região glútea em cima do forro com a ajuda do paciente;
10 – Irrigar com a jarra com água, a região genital;
11 – Dobrar e pinçar gaze com a pinça auxiliar;
12 – Despejar pequena porção de sabão liquido ou P.V.P.I. degermante, sobre os genitais;
13 – Ensaboar os genitais com a pinça montada em gaze, desprezando a gaze, a cada etapa;
14 – Tracionar o prepúcio para trás s, lavando-o em seguida, com movimentos únicos e circulares;
15 – Iniciar a higiene intima pelo meato urinário, prepúcio, glande, corpo do pênis, depois região escrotal e por ultimo a região anal;
16 – Despejar o conteúdo da jarra sobre a região pubiana, pregas inguinais, pênis e bolsa escrotal;
17 – Tracionar o escroto, enxaguando a face inferior no sentido escroto perineal;
18 – Retirar todo o sabão liquido ou P.V.P.I. degermante;
19 – Retirar a comadre;
20 – Enxugar a região lavada com a toalha de banho ou com o forro que esta sob a região glútea do
paciente;
21 – Posicionar o prepúcio;
22 – Colocar a paciente em posição de conforto;
23 – Desprezar as roupas no hamper (toalha, forro);
24 – Lavar a comadre no banheiro, juntamente com o balde e jarra e guardá-los;
25 – Retirar a luva;
26 – Lavar as mãos;
27 – Anotar no prontuário.

Obs: – Se houver presença de secreção purulenta na região uretral, limpa-la com gaze, antes de proceder a limpeza com água e sabão.

LAVAGEM DOS CABELOS

Material

Shampoo,
Balde,
Bacia,
Toalha de banho,
Luvas para procedimento,
Forro e saco plástico,
Pente,
Algodao em bola (02 unidades).

Técnica

01 – Explicar ao paciente o que ser feito;
02 – Reunir o material no carro de banho e levá-lo próximo a cama do paciente;
03 – Lavar as mãos;
04 – Fechar portas e janelas;
05 – Abaixar a cabeceira do leito do paciente;
06 – Retirar o travesseiro;
07 – Colocar toalha de banho na cabeceira da cama, sob o forro com o plástico;
08 – Colocar sobre o forro com plástico, a bacia com água morna;
09 – Colocar o paciente em posição diagonal, com a cabeça próxima ao funcionário;
10 – Proteger os ouvidos do paciente com algodão;
11 – Colocar outra toalha ao redor do pescoço do paciente, afrouxando a camisola, no caso de mulher, ou
retirando a camisa no caso de homem, cobrindo-o com o lençol;
12 – Sustentar a cabeça do paciente com uma das mãos, sobre a bacia com água;
13 – Pentear os cabelos, inspecionando o couro cabeludo, cabelos e observando condições de
anormalidade;
14 – Umedecer os cabelos com um pouco de água, aplicando o shampoo evitando que o liquido escorra
nos olhos;
15 – Massagear o couro cabeludo com as pontas dos dedos;
16 – Lavar os cabelos;
17 – Enxaguar os cabelos do paciente ate sair toda espuma, com o auxilio de uma jarra;
18 – Despejar a água da bacia, quantas vezes forem necessário;
19 – Elevar a cabeça do paciente e espremer os cabelos com cuidado, fazendo escorrer água;
20 – Retirar a bacia que esta sob a cabeça do paciente;
21 – Descansar e envolver a cabeça do paciente na toalha;
22 – Secar os cabelos com toalha de banho ou forro;
23 – Pentear os cabelos do paciente;
24 – Recolocar o travesseiro e voltar o paciente a posição inicial;
25 – Retirar a toalha, recompor o material no carro de banho, deixando paciente em posição confortável;
26 – Lavar as mãos;
27 – Anotar na prescrição do paciente.

TRATAMENTO DE PEDICULOSE E REMOCAO DE LENDEAS

Material

Solução indicada para pediculose,
Luvas para procedimento,
Atadura de crepe,
Esparadrapo,
Forro e saco plastico,
Pente fino,
Biombo,
Vaselina Liquida.

Tecnica

01 – Lavar as maos;
02 – Trazer a bandeja com o material e coloca-los na mesa de cabeceira ou carro de banho;
03 – Explicar o procedimento ao paciente;
04 – Colocar biombo;
05 – Colocar o forro protegido com plastico sobre o travesseiro;
06 – Aplicar vaselina nas bordas do couro cabeludo, para evitar que a solucao queime o rosto;
07 – Dividir os cabelos em partes, aplicando a solucao com gaze, fazendo friccao no couro cabeludo e no final embeber os cabelos;
08 – Prender o cabelo e colocar a faixa de crepe ao redor da cabeca, formando um gorro e fixando com
esparadrapo no final;
09 – Conservar o travesseiro com forro;
10 – Retirar as luvas;
11 – Lavar as maos;
12 – Deixar o paciente confortavel e a unidade em ordem;
13 – Levar a bandeja com o material para o local de origem;
14 – Fazer anotacoes no prontuario do paciente.

Obs: – Deixar a solução no cabelo por 03 a 06 horas pela manha e lavá-la a tarde, passando vinagre apos
e penteando;
- Repetir o procedimento durante 03 dias ou mais, se necessário.


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